Sem motivo específico, mas cheia de vazios e razões para frustrar - é assim que me defino, uma espécie de trabalhadora cansada e mal paga. A rotina cansa. Mais o que mais cansa é o modo como ela é conduzida. Sem coragem. Alguma vontade. Pouca expectativa. Preciso voltar a acreditar que irei me surpreender, mas sem depositar minha esperança em futuras decepções.
Temo em me magoar novamente comigo mesma. Essa é a ferida que mais machuca. Eu preciso me realizar ou serei por toda vida uma derrota ambulante, optei por "tentativa" no lugar de "derrota", tentar é não hesitar, menos mal, ainda há fé e me surpreende. De surpresas que a minha vida é regida. Esse é motivo pelo qual meu caminhar é despertado.
Hoje há uma lágrima. Amanhã há uma cura.
"Chorei porque não era mais uma criança com a fé cega de criança. Chorei porque não podia mais acreditar e adoro acreditar. Chorei porque daqui em diante chorarei menos. Chorei porque perdi a minha dor e ainda não estou acostumada com a ausência dela.”
Temo em me magoar novamente comigo mesma. Essa é a ferida que mais machuca. Eu preciso me realizar ou serei por toda vida uma derrota ambulante, optei por "tentativa" no lugar de "derrota", tentar é não hesitar, menos mal, ainda há fé e me surpreende. De surpresas que a minha vida é regida. Esse é motivo pelo qual meu caminhar é despertado.
Hoje há uma lágrima. Amanhã há uma cura.
"Chorei porque não era mais uma criança com a fé cega de criança. Chorei porque não podia mais acreditar e adoro acreditar. Chorei porque daqui em diante chorarei menos. Chorei porque perdi a minha dor e ainda não estou acostumada com a ausência dela.”
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